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01 Aug 2013 | Sei

Fã Clube Nando Reis

Nando, Beatles e suas inspirações

Nando, Beatles e suas inspirações

Nossas vivências na infância são determinantes pra pessoa que nos tornaremos. Lugares em que vivemos, livros que a gente lê, amigos com quem crescemos e… As músicas que ouvimos.

Nando da pistas da pessoa, compositor, artista que é hoje. Pelas suas histórias de menino podemos vislumbrar quem ele se tornaria.

Beatles é recorrente na biografia de muita gente e teve uma importância gigante na trajetória de Nando. Ele gosta de contar que aos 6 anos, pequeno menino ruivo ainda, já reconhecia o impacto que “O-bla-di-o-bla-da” causava em seu ânimo: Nada era tão legal quanto por Beatles pra tocar e sair dançando pela sala. Quem nunca?

Por identificação Nando tinha clara preferência por George Harrison, “o Beatles quieto”, mais discreto que Paul e Jonh que disputavam a liderança da banda, porém fértil em composições era mais do que um coadjuvante ou um “cafe-com-leite” como supunham ser.

Mais tarde esta predileção de Nando revelaria um fato bem coincidente: assim como George, que com o fim dos Beatles, revelou seu imenso talento com um álbum solo magistral – All Things Must Pass – com o término dos Titãs, o Ruivo pode finalmente revelar o grande compositor que sempre foi, e que tinha ficado um tanto eclipsado em meio ao repertório da sua banda de origem.

All Things Must Pass revela a grande qualidade de George e está na lista dos melhores álbuns de todos os tempos assim como na lista dos discos essenciais de Nando. Ainda criança ele ganhou de presente de sua avó.

Presentes de avó, influências de irmãos mais velhos, discos de pai e mãe, shows antológicos nos anos 70, amigos, dias de adolescentes, grêmios estudantis, viagens pra Ubatuba, Colegio Equipe…Dos Camarões, aos Titãs, uma das maiores bandas de todos os tempos, chegamos ao Nando de hoje.

Pensando na importância de Beatles em sua formação percebemos similaridades sonoras, reflexo daquilo que Nando traz na sua memória. É interessantíssimo buscarmos estas referências, algumas já declaradas por ele, outras decorrem de nossa percepção. Escutem abaixo e encontrem esta sintonia. É um exercício bem transcendente. Dá pra sacar como a criatividade de Nando mesclou-se ao seu gosto musical inicial. Uma forma bem legal de reconhecermos sua forma de compor e incorporar aquilo que foi e é importante pra sua vivência.

1. Day Tripper / O Mundo é bão, Sebastião


2. Dont’ Let Me Down / Luz Antiga


3. Dear Prudence / Espatódea


4. If Not for You (George Harrison) / Só Pra So


1st novembro, 2018

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